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quarta-feira, 25 de junho de 2008
Sem Reservas: cache cour para homens
Que possibilidade boa essa pois apesar da cache couer ser uma peça feminina, a Reserva modelou para os homens, e vem com foco comercial. A peça com certeza é o ponto alto da moda masculina nessa temporada!


Cache couer ou camisa envelope?
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Cache couer ou camisa envelope?
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segunda-feira, 23 de junho de 2008
Novela fashion: Bafos 3º capítulo
A discórdia reina no SPFW, todo mnudo discorda de todo mundo, até tops blogueiros já não se entendem mais… Bafos!
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Design
O desenho da forma nos dois últimos dias de SPFW.
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Moda e História
Gloria faz de suas obsessões - a história, a história das roupas e a moda - verdadeiras obras-primas do vestir. Com certeza a famosa frase de Fernando Pessoa: “Todo o passado no presente”, seria dita para a estilista se o poeta português a conhecesse.
Ao mesmo tempo, ao parecer tão européia, tão rigorosa, ela usa de um elemento que os brasileiros tem em seus genes, a miscigenação. Ela mistura Idade Média, reis e rainhas de inúmeras épocas, design escandinavo, cerimônias religiosas e faz surgir uma nova roupa, uma nova mistura de raças e credos.
Bom, isso já se sabe da estilista que juntamente com Vivienne Westwood, olham para a história e assim fazem a moda avançar.
O que particularmente chama a atenção nessa colecão é o seu foco para as mangas, essas que cobrem ou desnudam os braços, esse desdobramento fascinante da alfaiataria.
Ela as fez parecer asas de pássaros, românticas, pelerines, trabalhadoras. Enfim, deu pano pra manga!
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Ao mesmo tempo, ao parecer tão européia, tão rigorosa, ela usa de um elemento que os brasileiros tem em seus genes, a miscigenação. Ela mistura Idade Média, reis e rainhas de inúmeras épocas, design escandinavo, cerimônias religiosas e faz surgir uma nova roupa, uma nova mistura de raças e credos.
Bom, isso já se sabe da estilista que juntamente com Vivienne Westwood, olham para a história e assim fazem a moda avançar.
O que particularmente chama a atenção nessa colecão é o seu foco para as mangas, essas que cobrem ou desnudam os braços, esse desdobramento fascinante da alfaiataria.
Ela as fez parecer asas de pássaros, românticas, pelerines, trabalhadoras. Enfim, deu pano pra manga!
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Pavão misterioso
Pedro Lourenço respira moda, isso é indiscutível. Sua paixão pelo métier, sua convivência no ambiente familiar com dois dos mais importantes estilistas brasileiros fazem o seu imaginário transbordar uma gama de possibilidades. É isso que esperamos de seu vasto talento, mas o jovem estilista sofre de uma certa “angústia da influência”, como bem notou a esperta fotógrafa Adelaide Ivánova, a nossa querida Ivi.Para uma coleção que a princípio deveria ter a função de portfólio - Pedro pode e deve sonhar grande - e ser apresentado para grandes maisons e importantes marcas do mundo (boatos dizem que Karl Lagerfeld espera as fotos da coleção com ansiedade), o estilista deveria procurar afastar de suas influências externas e aprofundar suas primeiras informações impactantes de moda que como sabemos e podemos ver vem de seu pai, Reinaldo Lourenço, e principalmente de sua mãe, Gloria Coelho.
As asas brilhantes de Pedro
As asas brilhantes de GloriaRetirando a imagem muito colada aos modismos estrangeiros, mesmo assim foi uma coleção bela com ótimas idéias no neoprene casadas com estampas digitais.
Como diz o poeta Armando Freitas Filho: “É preciso capturar não o pássaro, mas seu vôo”. Pedro ainda encantado com o pavão europeu, não olhou para as aves que voam em seu céu, mas isso é detalhe pois sabemos que muitas maravilhas e mistérios ainda sairão de seu imaginário!
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domingo, 22 de junho de 2008
sábado, 21 de junho de 2008
TÃO DELICADA QUANTO UMA PORCELANA!
A origem da palavra porcelana está ligada de uma maneira um pouco bizarra com o sexo feminino, algo que a delicadeza é seu maior alicerce.
Em inglês, falamos “fashion designer” para a palavra correlata em português, estilista. O designer da expressão anglicana esclarece muito sobre o trabalho do fazer roupas e sua relação com outro ofício muito próximo, o design.
Quando estilstas desenham fundo sobre essa relação, como em algumas coleções de Hussein Chalayan e Martin Margiela, temos em geral uma metamoda, isto é, a moda que se discute explicitamente a partir do desenho. E Reinaldo Lourenço, em sua coleção de verão 2009, entra nesse panteão ao redesenhar a forma da porcelana para suas peças.
As transparências, os tressés, os trançados de cestaria, os vazados, o decorativo (tão importante para a moda de Reinaldo e que ele nunca a lê de maneira simplória) - elementos do engenho porcelana - estavam transcodificados de maneira majestosa para os looks da coleção.
Tudo tão delicado e precioso que dava medo de quebrar (o encanto) a qualquer momento, mas foi como entrar na mágica da inúmeras louças e porcelanas das salas do Albert & Victoria Museum, pois Reinaldo não nos despertou em nenhum momento de observar sua sutileza de detalhes como quando avaliamos uma boa peça de design.
Mesmo quando aparece um dourado brilhante que nas mãos de estilsitas menos habilidosos caíria fatalmente em algo de gosto duvidoso, ele faz um biscoito (nome da primeira queima da porcelana) fino para todos os fashionistas, o mesmo que faz através de suas roupas para a origem do design e da porcelana!
Reparem no fundo do quadro depois que Reinaldo agrade, Pedro e Gloria de preto, é claro!
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Em inglês, falamos “fashion designer” para a palavra correlata em português, estilista. O designer da expressão anglicana esclarece muito sobre o trabalho do fazer roupas e sua relação com outro ofício muito próximo, o design.
Quando estilstas desenham fundo sobre essa relação, como em algumas coleções de Hussein Chalayan e Martin Margiela, temos em geral uma metamoda, isto é, a moda que se discute explicitamente a partir do desenho. E Reinaldo Lourenço, em sua coleção de verão 2009, entra nesse panteão ao redesenhar a forma da porcelana para suas peças.
As transparências, os tressés, os trançados de cestaria, os vazados, o decorativo (tão importante para a moda de Reinaldo e que ele nunca a lê de maneira simplória) - elementos do engenho porcelana - estavam transcodificados de maneira majestosa para os looks da coleção.
Tudo tão delicado e precioso que dava medo de quebrar (o encanto) a qualquer momento, mas foi como entrar na mágica da inúmeras louças e porcelanas das salas do Albert & Victoria Museum, pois Reinaldo não nos despertou em nenhum momento de observar sua sutileza de detalhes como quando avaliamos uma boa peça de design.
Mesmo quando aparece um dourado brilhante que nas mãos de estilsitas menos habilidosos caíria fatalmente em algo de gosto duvidoso, ele faz um biscoito (nome da primeira queima da porcelana) fino para todos os fashionistas, o mesmo que faz através de suas roupas para a origem do design e da porcelana!
Reparem no fundo do quadro depois que Reinaldo agrade, Pedro e Gloria de preto, é claro!
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sexta-feira, 20 de junho de 2008
NOVELA FASHION: BAFOS 2º CAPÍTULO
Não seja uma pessoa desatuliazada acompanhe a nossa novela fashion: Bafos
Aqui o primeiro capítulo.
E agora veja o que aconteceu: o mocinho Alexandre se reconciliou com a mocinha Geanine, mas tem mais Bafos por aí!
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Aqui o primeiro capítulo.
E agora veja o que aconteceu: o mocinho Alexandre se reconciliou com a mocinha Geanine, mas tem mais Bafos por aí!
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Ela está entre nós: Carol Ribeiro

Elegância e beleza são dois adjetivos que caem super bem para a top e hoje apresentadora da MTV Carol Ribeiro. E confesso que é tão bom vê-la de volta às passarelas. E ela deu as caras e postura na coleção feminina de Herchcovitch.
A fina diz sentir saudades da época que pediam para ela nos desfiles colocar a mão na cintura, rodopiar, tirar o blazer. “Performances da época de Saint-Laurent”, lembra.
Mas amou reencontrar Ana Claudia Michels no desfile de Herchcovitch. Quem perdeu, pode ainda vê-la daqui a pouco na passarela da Neon, o último desfile do dia de hoje.
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NOVELA FASHION: BAFOS
Por que Geanine Marques, musa de Alexandre Herchcovitch, não desfilou na sua coleção de ontem? Estarão brigados?
Veja: Bafos - a novela do verdadeiro fashionista.
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quinta-feira, 19 de junho de 2008
KAROLINA KURKOVA NA CIA MARÍTIMA

Gente, causou a presença da tcheca Karolina Kurkova no desfile da Cia Marítima. Um rosto belíssimo, mas um corpo… meio estranho para desfiles de moda praia.
De qualquer forma, a temporada ganha sua primeira gíria: korkova com “o” mesmo.
“Tô me sentindo tão korkova”, quer dizer algo como estou um pouco fora dos padrões, deslocada.
Ou “estou com uma korkova” = “estou com uma barriguinha”
Como tá todo mundo se sentindo enganado ultimamente no mundo da moda, eu digo: “Estou me senindo enganado pela Vogue Amérika, Anna!”
fila final da Cia. Marítima.
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DANI JENSEN, A ESTILISTA MAIS TÍMIDA DO BRASIL
Não há dúvidas que ela é uma artista, existe a necessidade dela se expressar através das roupas toda a sua complexidade.
Mas sua timidez é arrebatadora e Dus*****Infernus esteve no backstage para saber com ela como Dani resolve esse problema na hora de aparecer na passarela para os agradecimentos. Confira:
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Mas sua timidez é arrebatadora e Dus*****Infernus esteve no backstage para saber com ela como Dani resolve esse problema na hora de aparecer na passarela para os agradecimentos. Confira:
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quarta-feira, 18 de junho de 2008
A MODA ESTÁ NUA: O MARAVILHOSO FIGURINO FAKE DE MARCELO SOMMER

Nada é banal em Marcelo Sommer e sua grife Do Estilista, não fantasiem errado. Mesmo quando declara fazer um desfile com seus desejos de imagem e não de produto ele está indo fundo no conceito de moda e na função dos desfiles. Ele, dentro de um sistema econômico que a cada dia privilegia muito mais os resultados e lucros (empobrecendo a imaginação na moda), lucra muito mais procurando os resultantes, os resultantes que fazem com que quando Marcelo cria uma peça, não temos dúvidas que só a ele pertence e só por ele poderia ter sido construído.
Fantasia e figurino. O quanto a moda vive com medo desses extremos, como os antigos navegadores tinham medo que o mar acabasse. Quebrar, romper com o medo da teatralidade, do fantasiar-se, do figurino faz parte de uma atitude avançada em moda, ainda mais nos tempos de hoje.
O linguista inglês J.R.R. Tolkien afirmava que “fantasiar é ser bem sucedido em fazer ou vislumbrar outros mundos. Não mundos possíveis, mas mundos desejáveis.
Já na definição rápida do Wikipedia diz que “figurino é o traje usado por um personagem de uma produção artística (cinema, teatro ou vídeo)”.

Bailando sobre esses dois conceitos, a marca faz surgir toda a força de seu imaginário. Não é figurino de enfermeira, nem fantasia de enfermeira, é exatamente a sua versão fake, a versão moda que trafega sobre esses mundos desejáveis. Não à toa muitos fashionistas ficaram fascinados pelo look que eu chamo de burka mulçumana.

Para provar o que eu escrevi e a radicalidade desse trabalho Do Estilista, por desorganização pessoal minha, assisti o desfile da janela de fora do museu com muitos fotógrafos e fashionistas. Foi uma experiência divertida e inusitada, porque eles identificavam os looks com pessoas de moda, do imaginário daquelas pessoas. Muitas gritavam:”Olha a Graça Borges! Olha o filho da Erika!” e não olha a noiva, a bruxa, o palhaço, a mulçumana.
Marcelo Sommer fez todos fantasiarem por poucos minutos um mundo muito melhor e mais divertido!
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RITA WAINER ACERTA O PASSO NA 2ND FLOOR
Vou confessar algo que nunca tinha nem comentado nem com a Rita Wainer, estilista responseavel da marca. Os dois primeiros desfiles que ela fez para a grife de Nelson Alvarenga poderiam ter sido feitos por qualquer estilista, tinha muito pouco da personalidade e do processo criativo da Rita, pelo menos o que se via na passarela. Lembro de uns vestidos de cetim de noite que jamais imaginei ela produzindo. Não que o estilo tenha que se transformar em algo estático, mas estava longe de ser a alquimia entre a marca e um estilista convidado.
Nessa viagem pelo mundo, Rita conseguiu finalmente imprimir sua personalidade e ao mesmo tempo deixar a marca com seu próprio DNA. Essa tarefa não é fácil, mas foi delicioso encontrar a atitude da estilista através de looks étnicos-urbanos que ela tanto adora ou os patchworks na construção dos vestidos.
Uma coleção que marca finalmente um delicioso encontro (quem sabe em um youth hostel) entre dois mundos, o de Rita com o da 2nd Floor, o do conceitual com o comercial.
Rita leva sua timidez para viajar
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Nessa viagem pelo mundo, Rita conseguiu finalmente imprimir sua personalidade e ao mesmo tempo deixar a marca com seu próprio DNA. Essa tarefa não é fácil, mas foi delicioso encontrar a atitude da estilista através de looks étnicos-urbanos que ela tanto adora ou os patchworks na construção dos vestidos.
Uma coleção que marca finalmente um delicioso encontro (quem sabe em um youth hostel) entre dois mundos, o de Rita com o da 2nd Floor, o do conceitual com o comercial.
Rita leva sua timidez para viajar
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O ABSTRATO POÉTICO DA OSKLEN
Fazia algum tempo que o lirismo de uma idéia abstrata não dava o tom de uma coleção de Oskar Metsavaht. Fazia tempo também, desde o verão de 2005, com sua excepcional coleção sobre o vento que a Osklen não olhava para a natureza como inspiração, pois a marca e seu perfil ecologicamnte correto que o estilista tem adotado e filiado a grife nos últimos anos, tem feito ela olhar para o mundo natural muito mais como ideologia com prejuízo à poesia.
Choveu idéias na sua coleção de verão 2009. Inspirada na chuva, se ela não teve a radicalidade de seu inverno anterior, pelo menos avançou em muitos quesitos. Ao utilizar o plástico como elemento orgânico e poético elevou o conceito de natureza, afinal sempre esquecemos que o homem e suas invenções também fazem parte dela.

o prisma do asfalto sujo molhado: do plástico ao plástico
Ao propor um homem mais feminino com saias (fazia tempo que não se via um look desses nas passarelas tupiniquins), calças dhots com cavas baixíssimas tenta quebrar pelo menos imageticamente a camisa de força que se encontra a moda masculina.
Ao conciliar conforto com elegância, (incrível como a fluidez das peças parecia que os modelos estavam sempre aconchegados em suas roupas) reforça uma idéia que ele tem avançado sempre em sua marca que é de um modo de vida brasileiro, despojado, mas nunca desleixado.
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Choveu idéias na sua coleção de verão 2009. Inspirada na chuva, se ela não teve a radicalidade de seu inverno anterior, pelo menos avançou em muitos quesitos. Ao utilizar o plástico como elemento orgânico e poético elevou o conceito de natureza, afinal sempre esquecemos que o homem e suas invenções também fazem parte dela.

o prisma do asfalto sujo molhado: do plástico ao plástico
Ao propor um homem mais feminino com saias (fazia tempo que não se via um look desses nas passarelas tupiniquins), calças dhots com cavas baixíssimas tenta quebrar pelo menos imageticamente a camisa de força que se encontra a moda masculina.
Ao conciliar conforto com elegância, (incrível como a fluidez das peças parecia que os modelos estavam sempre aconchegados em suas roupas) reforça uma idéia que ele tem avançado sempre em sua marca que é de um modo de vida brasileiro, despojado, mas nunca desleixado.
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terça-feira, 17 de junho de 2008
Tivi
A TV Fiat Glamurama já está funcionando a pleno vapor! Tem vídeo sobre as principais promessas desta edição, com depoimento do nosso blogueiro Vitor Ângelo, e tem também uma entrevista com o maquiador Ricardo dos Anjos sobre qual o make da temporada.
Vai lá!
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SPFW - PREVIEW: JAPONESES E A FACHADA

Bienal, segunda, abertura do SPFW com coletiva e desfile da marca japonesa Mynt Designs. Chego atrasado e apenas vejo a reação e os rostos na saída da sala e as pessoas saem encantadas. Ale Azambuja, produtora de moda, fala da imagem: “vestidos fofos sobre leggings”. Lia Pimenta, editora do GNT Fashion, fala da imagem: “uma touca incrível com balões, era lúdico, em fez sentir como se estivesse vendo um desfile em Paris”. Biti Averbach fala da imagem: “As estampas, a modelagem, era tudo bem casado, amarrado”. Enfim, quando uma imagem se faz ela se refrata em um milhão de sentidos! Agora quando uma imagem se arraiga como a decoração do SPFW, a gente se pergunta, e a reciclagem (de idéias)?
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